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Exame 17/3 Como investidor brasileiro pode ganhar com a reconstrução do japão com a Trader Brasil

17 mar

http://www.traderbrasil.com/pdf/Exame-17-3-2011.pdf

Curso CPA10 ANBID / Curso On Line preparatório p/ prova de Certificação Profissional + 15% de desconto no Curso CPA20 ANBID

6 dez

Sobre o lugar

A Trader Brasil é uma das mais modernas e melhores escolas de investidores.

Há nove anos no mercado oferece educação financeira Premium por profissionais com larga experiência, prática internacional e certificados com CMT (grau máximo de análise técnica mundial), MBA, CNPI, Coach, CFA e CFP.

Além de oferecer cursos para os mais diferentes níveis (desde o investidor iniciante até para profissionais que buscam certificação), também oferece consultoria em investimentos e serviços de Consultoria e Coaching Financeiro.

O curso CPA10 ANBID On line é voltado para a preparação dos participantes para a realização do Exame de Certificação da ANBID CPA-10.

O principal objetivo da CPA-10 é a contínua elevação da capacidade técnica dos profissionais que atuam em agências e cooperativas de crédito, em contato com o público, no processo de comercialização de produtos de investimento. Essa iniciativa, amparada na Resolução 3.158 do Conselho Monetário Nacional, instituiu um processo de aferição do conhecimento dos principais aspectos relacionados à distribuição desses produtos de investimento.

O programa- atualizado para 2010- é abrangente e está sendo aqui tratado com uma metodologia que pretende facilitar a compreensão ou a reciclagem dos temas propostos e, dessa maneira, contribuir para o sucesso na obtenção da Certificação, além de agregar conhecimentos ao dia-a-dia dos profissionais.

Todos aqueles que desejam trabalhar em instituições financeiras ou já trabalham nelas devem aproveitar está oportunidade. Pois para trabalhar em Bancos essas certificações são obrigatórias e quem já as tem necessita periodicamente fazer uma prova de reciclagem.

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Equipe dedicada: No campus online da Trader Brasil, uma equipe diferenciada reúne habilidades específicas com o objetivo de proporcionar uma rica experiência de aprendizagem aos alunos. Professores-autores são responsáveis pela elaboração do conteúdo de cada curso, equilibrando teoria e casos do mundo real.

Suporte do professor tutor: Toda turma tem um professor-tutor especialista na área escolhida, que irá acompanhar as atividades, mediar as discussões e tirar as dúvidas dos alunos.

Suporte técnico: Uma equipe está disponível para ajudar o aluno com eventuais problemas técnicos, de segunda a sexta-feira, das 09:00 às 19:00hs horas. Caso tenha dúvidas, contate nossa Central de Atendimento no telefone 021 2524-7788

Acesso online: Os alunos da Trader Brasil Online podem acessar via internet o campus virtual 24 horas por dia, para realizar estudos individuais.

Regulamento

  • Cupom válido de 13 dezembro, 2010 a 13 março, 2011
  • Limite de uso de 1 cupom por pessoa
  • Pode ser comprado como presente
  • O cupom estará disponível na sua conta do Achei O Lugar em até 24 horas após o encerramento da oferta
  • O valor total do cupom deverá ser gasto em uma matrícula (não haverá troco ou crédito)
  • O desconto de 15% no CPA20 ANBID pode ser transferido para outra pessoa
  • Não cumulativo com outras promoções
  • Agendar utilização do cupom pelo telefone (21) 2524-7788

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  • Curso On-line e Ao Vivo – Assista a sua aula sem sair de casa!
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  • Seguro – Reprovação (caso você não passe, você poderá refazer o curso)**
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23 nov

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Sobre o lugar

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O curso Planejando seu Futuro Financeiro On line é uma iniciativa da Trader Brasil Escola de Investidores em traduzir o Economês e as duras regras dos profissionais de mercado para o dia a dia do estudante, da dona de casa e dos profissionais em geral.

Utilizando-se de técnicas avançadas de Coaching, embutidas no treinamento, o curso visa disseminar que o planejamento financeiro é um processo racional de administrar sua renda, seus investimentos, suas despesas, objetivando tornar realidade seus sonhos, desejos e objetivos, tais como: casa própria, poupar para a educação dos filhos, fazer a viagem dos sonhos, de investir de acordo com o perfil pessoal, ser bem sucedido na carreira profissional, aposentar-se confortavelmente e até aposentar-se muito rico.

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Regulamento
  • Cupom válido de 29 novembro, 2010 a 1 março, 2011
  • Sem limite de cupom por pessoa, ou seja, compre a vontade
  • Pode ser comprado como presente
  • O cupom estará disponível na sua conta do Achei O Lugar em até 24 horas após o encerramento da oferta
  • O valor total do cupom deverá ser gasto em uma matrícula (não haverá troco ou crédito)
  • Não cumulativo com outras promoções
  • As entrevistas de 30 minutos deverão ser agendadas previamente, nas cidades do RJ e SP, as mesmas poderão ser presenciais. Para os demais estados será por meio telefônico onde o cliente deverá ligar para o consultor na hora marcada
  • Agendar utilização do cupom pelo telefone (21) 2524-7788

Destaques
  • 92% de desconto no Curso Planejando seu Futuro Financeiro On line + Consultoria On Line + 30 minutos de entrevista com Coachs e Planejadores financeiros da Trader Brasil (de R$550 por R$44,50)
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Artigo IMPORTANTE sobre valorização do OURO e queda do U$D

30 set

Alan Soares, Coach

A edição de  27 de setembro do  ”Financial Times” publicou um artigo, ótimo de página inteira sobre o ouro. O título do artigo era “Valor Locked In”. A ilustração que acompanhava mostrou barras de ouro trancadas atrás  de pesadas barras de ferro, obviamente, um cofre. O artigo foi tão notável que decidi incluir uma edição editada ao blog hoje.

O artigo vinha da seguinte forma:

Foi uma corrida do ouro -, mas em sentido inverso. Por quase 20 anos os bancos centrais do mundo, do Canadá à Suíça e na Bélgica e Austrália, foi empenhada em vender suas barras de ouro uma vez premiado. Por volta da virada do milênio, a venda tornou-se tão intensa que os operadores faziam piadas sobre “os novos mineiros “, comparando-se os bancos centrais com os garimpeiros da Califórnia, cuja corrida do ouro do século 19 inundou o mercado.
O ouro em barras, que durante séculos desfrutou de uma importância quase mítica como um símbolo de estabilidade monetária, havia se tornado profundamente deselegante, considerado uma relíquia resistente. Os banqueiros centrais queriam  a dívida soberana com seus retornos constantes ao invés de cofres cheios de barras de 400 onças, que incorriam em custos de armazenamento e transporte seguros e nenhuma promessa de um rendimento confiável.
Caminhando para  10 anos a frente, acrescentamos a crise financeira e as preocupações crescentes quanto ao aumento da dívida soberana, e que a filosofia anti-ouro foi transformado em sua cabeça. ”Por duas décadas, a única questão para os bancos centrais foi o quanto e quão cedo eles deveriam vender o seu ouro”, disse George Milling-Stanley do World Gold Council, um grupo de produtores de lobby. ”Cada vez mais, a questão é quanto e quão cedo eles devem comprar.”
A política sobre a face de bancos centrais – não só o mais cauteloso dos participantes no mercado, mas também aqueles no comando da informação a mais – ressaltavam como a crise vinha transformado a paisagem do mercado global. Os momentos-chave na história do ouro, e ainda: o que está conduzindo o recente aumento de preços?

Em meio a uma grande perda de confiança no sistema financeiro, a partir de titãs de Wall Street para os governos, o ouro ganhou impulso por uma simples razão que tem garantido um lugar central como reserva de valor para mais de 2.000 anos: é responsabilidade de ninguém. Ao mesmo tempo, a ascensão do metal reflete temor generalizado de que os próprios bancos centrais “sem precedentes se move a política monetária vai levar à degradação do papel moeda e inflação galopante, tornando os ativos tangíveis a única loja de valor confiável.
Para o mercado de ouro, a reversão da tendência de venda do banco central é um dos desenvolvimentos mais importantes na história recente. Como um voto de confiança no ouro, deu aos investidores, de bilionários, com cofres suíços para os pensionistas com algumas moedas, a confiança para comprar ouro. Mais importante, ele retirou uma grande fonte de abastecimento no mercado.
Evy Hambro, gerente de Ouro da BlackRock e Fundo Geral, diz que a mudança no comportamento dos bancos centrais é “um fator importante de apoio” dos preços.John Levin, diretor de vendas de metais preciosos no HSBC, simplesmente chama a mudança de uma “virada de jogo”. Isso impulsionou os preços do ouro a um ponto mais alto de $ 1.300 por onça troy, tocou última sexta-feira. Ajustado pela inflação, no entanto, o metal amarelo está muito longe de seu pico de 1980 de mais de US $ 2.300.
A mudança – que hoje será um tema central de discussão no London Bullion Market Association conferência anual em Berlim, principal encontro da indústria – é em parte resultado de um fim natural para vendas na Europa depois de tantos anos de alienações de grande porte. Mas isso também reflete o mapa de energia global em mudança: como as economias asiáticas estão crescendo, os respectivos bancos centrais e fundos soberanos estão estocando o ouro.

Na melhor das hipóteses, os países em desenvolvimento, portanto, aumentarão  a proporção de ouro em suas reservas oficiais ao longo do tempo por alguns pontos percentuais.
Pegue a China. Após uma década de forte acumulação de ativos, Pequim detém 1,6 por cento de suas reservas $ 2.500 mil em ouro, com o resto principalmente no Tesouro dos EUA, a dívida soberana e outros instrumentos de câmbio. Se o país aumentar a proporção de ouro em suas reservas para a média mundial de 10,7 por cento, seria preciso comprar cerca de 7.000 toneladas – o equivalente a três vezes a produção de minas no ano passado global.
A grande questão do dia (dias de Russell, porque não parece que se alguém está levando isso a sério) é o dólar morrendo. Enquanto isso está acontecendo, aqui está um gráfico actualizado do índice do dólar. Assim, você não tem que tomar minha palavra como verdade absoluta, você pode apenas estudar o gráfico (ugh). Note que estamos com a “nuvem da morte” sobre o dólar e que a gota TEKAN-SEN 9 dias MA  já cruzou para baixo a Kinjun-Sen 26 dias MA.

Preocupado com o dólar, Bernanke? Eu pensei que você queria um dólar mais barato para aumentar nossas exportações. Ah, você acha que os nossos credores não gostam do dólar enfraquecendo? Bem, você sempre pode aumentar as taxas, e que fará com que o dólar se firmar? O que, você acha que um aumento de taxas irá jogar a combalida economia dos EUA  em um  temido “duplo mergulho”? recessão. Eu desisto.

Comunicado Petrobras

24 set

São Paulo, 24 – Os pedidos de reserva dos investidores de varejo feitos diretamente ou via fundos na oferta da Petrobras foram atendidos com rateio de 45,77%. As pessoas vinculadas à operação foram incluídas, um sinal de que a demanda pelos papéis não superou a oferta em mais de 1/3. A megaoferta da Petrobras movimentou até R$ 120,360 bilhões, o equivalente a R$ 29,65 por ação ordinária (ON) e R$ 26,30 por preferencial (PN). Na oferta prioritária, destinada aos acionistas da estatal, os pedidos foram atendidos até o limite proporcional da participação que possuem na companhia. Os pedidos que excederam o limite foram alocados nas sobras, mas apenas dentro da mesma classe de papéis. Desta forma, quem possuía ações ON não pôde participar das sobras de PN, e vice-versa. Já os pedidos feitos pelos de funcionários da estatal foram integralmente atendidos. A liquidação da operação, ou seja, o dia em que os investidores que reservaram as ações terão de pagar por elas, ocorrerá em 29 de setembro.

Motivos para queda de Eletropaulo e CPFL Energia

9 set

Fatos:

Diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica sugeriram, em reunião do colegiado realizada nesta quarta o novo índice máximo para retorno regulatório sobre o capital das distribuidoras de energia seja de 7,15 por cento no terceiro ciclo de revisão tarifária, entre 2011 e 2014. A informação derrubou as ações de distribuidoras de energia na Bovespa, já que o percentual ficou abaixo do previsto por analistas. Das dez maiores quedas do Ibovespa na sessão, cinco foram de empresas do s 

 

etor. Eletropaulo caiu 5,38 por cento, a 30,96 reais, enquanto CPFL Energia perdeu 5,02 por cento, a 39,20 reais. Copel, Light e Cemig fecharam o pregão em queda variando de 2,6 a 4,3 por cento. O chamado WACC regulatório foi de 9,95 por cento no segundo ciclo de revisão tarifária e de 11 por cento no primeiro, segundo a assessoria de imprensa da agência reguladora.

Investir em Petrobras!!??? Pense bem.

19 ago

São Paulo, 19 – Após um breve lampejo de animação, visto nos últimos dias, volta a crescer o sentimento pessimista sobre o processo de capitalização da Petrobras. A possibilidade de o preço do barril do petróleo, a ser cedido onerosamente pela União à estatal, ficar muito alto pode inviabilizar a oferta, segundo analistas e profissionais do mercado consultados pela Agência Estado. Além do valor do barril, um eventual adiamento da operação pressiona os papéis da companhia na Bolsa. Os títulos PN abriram os negócios com forte baixa de 3%. Às 12h45 a queda da ação PN desacelerava para 2,35% e ON recuava 3,08%, ante desvalorização de 1% do Ibovespa.

Segundo noticiado ontem pela Agência Estado, o laudo que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) receberá hoje da Gaffney Cline & Associates(GCA) estima entre US$ 10 e US$ 12 o valor do barril na cessão onerosa. O valor  corresponde ao petróleo da área de Franco (área em análise para ser repassada pelo governo à Petrobras). A informação apurada pela AE surpreendeu analistas financeiros e técnicos da própria reguladora, que esperavam algo entre US$ 8 e US$ 10.

O analista setorial da Spinelli Corretora, Max Bueno, lembra que o preço da GCA, se confirmado, extrapola o teto das estimativas do mercado, que estavam entre US$ 5 a US$ 6 por barril, chegando a US$ 7 em algumas casas. “Isso aumenta a diluição da base acionária e essa montanha de emissão a ser feita pela Petrobras pode não ser absorvida pelos minoritários”, avalia.

Para o chefe da mesa de operações da HSBC Corretora, Frederico Soares, o valor do barril acima de US$ 7 inviabiliza a oferta. Ele explica que investidores e fundos estrangeiros, que detêm em torno de um terço das ações da estatal, não terão interesse em entrar no processo com o preço do barril nesse patamar.

Os analistas Osmar Cesar Camilo e Marcelo Alves Varejão, da Socopa, avaliam que mantendo constante a quantidade de barris da cessão onerosa em 5 bilhões, a US$ 10 cada, o mercado teria que acompanhar o aumento de capital em, aproximadamente, US$ 85 bilhões para não ser diluído. O valor corresponde ao limite aprovado pelos acionistas da empresa para a capitalização, de R$ 150 bilhões. “Tal cenário se mostra sensivelmente inviável”, afirmam os profissionais.

Com o valor de US$ 10, caberá à cessão onerosa US$ 50 bilhões, montante que vinha sendo estimado pelo mercado para a capitalização como um todo, o que já era considerado muito alto e com dificuldades para que os minoritários acompanhassem. “Talvez o mercado não tenha forças para acompanhar a operação e a liquidez pode ser baixa, o que elevaria a fatia do governo na estatal para perto de 50%”, comenta o operador da Um Investimentos, Paulo Hegg.

“Se esses investidores não subscreverem, haverá um gap entre o que a empresa precisa levantar de recursos para tocar seu plano de investimentos e o que vai efetivamente conseguir”, diz Soares, da HSBC. Segundo o profissional, o preço precisa ser justo para atrair os investidores não só estrangeiros, mas também nacionais. “A indefinição do processo de capitalização e a ingerência política estão afugentando os compradores do papel”, constata.

O analista setorial Erick Scott, da SLW Corretora, observa que quanto menos a estatal pagar pelo preço do barril na área do pré-sal, melhor, uma vez que esse valor vai definir o tamanho da oferta e o sucesso da operação está diretamente ligado à demanda dos investidores.

Adiamento da operação

Além do valor do barril, investidores também temem mais uma postergação da operação, inicialmente prevista para julho e agora para setembro. A diretoria da Petrobras e representantes do Ministério de Minas e Energia vêm reiterando que a capitalização deve ocorrer até o final do mês que vem. No entanto, segundo fontes, nos bastidores do governo há divergências.

Para o chefe da área comercial de renda variável da Link, Adriano Yamamoto, o sentimento de que a capitalização não vai acontecer em setembro está aumentando, o que deve gerar pressão adicional sobre os papéis da empresa. “O mercado está muito sensível às recentes notícias sobre o tema, apesar de não serem oficiais.”

O economista da Legan Asset, Fausto Gouveia, lembra que, se a operação ficar para depois das eleições, em outubro, a companhia estaria proibida por lei de ir ao mercado em novembro, quando anunciará os resultados do terceiro trimestre deste ano. “E dezembro é um mês fraco em termos de liquidez, por causa das festividades de fim de ano”, acrescenta.

Para alguns profissionais, o adiamento da operação é tão ruim ou até pior que o preço do barril acima do previsto. “Crescem os temores de que a Petrobras não consiga equilibrar os investimentos programados com a necessidade de preservar o rating de grau de investimento”, avalia Max, da Spinelli. Segundo ele, caso a operação fique mesmo para o ano que vem, a empresa poderia ter que revisar seu plano de investimentos em razão do fluxo de caixa.

Porém, na avaliação de Gouveia, da Legan, o adiamento da capitalização até mesmo para o ano que vem pode permitir que as ações da Petrobras voltem a respirar, adiando os efeitos negativos sobre os papéis para o médio prazo. “Se ficar para o ano que vem, tira-se a pressão da diluição dos acionistas.” (Beth Moreira e Olívia Bulla)

Fonte: AE Broadcast

A alta das empresas relacionadas as commodities – parte I

17 ago

TRÊS MAIORES SIDERÚRGICAS AUMENTAM PREÇOS PARA SETEMBRO

Pequim, 17 – A três maiores siderúrgicas da China, incluindo a Baosteel Group Corp., elevaram alguns de seus preços para setembro nesta semana, com os aumentos sendo relativamente limitados pela cautela em torno da taxa de crescimento mais lenta da China.

A Baosteel, a maior siderúrgica chinesa em produção, aumentou os preços para um grupo de produtos siderúrgicos elétricos entre 100 yuans (US$ 14,72) e 300 yuans (US$ 44,17) por tonelada, mas não alterou os preços de seus principais produtos – a bobina laminada frio e a bobina laminada a quente -, de acordo com um comunicado postado na página da companhia na Internet.

A Wuhan Iron & Steel Group, a terceira mais siderúrgica da China em produção, elevou os preços para setembro entre 200 yuans (US$ 29,44) e 400 yuans (US$ 58,89), afirmou o porta-voz da companhia, Bai Fang.

A Anshan Iron & Steel Group, a quarta maior siderúrgica do país, também aumentou os preços entre 200 yuans e 400 yuans, informou o jornal Shanghai Securities News.

A Anshan, também conhecida como Ansteel, subiu os preços para o ferro-silício em 1.000,00 yuans (US$ 147,24) por tonelada, de acordo com o jornal. A China planeja se tornar o maior fornecedor para o mercado asiático de ferro-silício com alto grau de pureza, uma liga usada para produzir semicondutores e amortecedores.

A imprensa estatal afirmou que os aumentos dos preços, incluindo os promovidos pela Baosteel e Wuhan, ficaram abaixo das projeções dos analistas, sinalizando uma cautela da perspectiva da indústria.

As informações são da Dow Jones.

Comprar Petrobras ou OGXP II – A Saga de Eike vs Dilma

11 ago

Petrobras

Rio de Janeiro, 11 – O UBS Investment Research anunciou que rebaixou o rating das ações ordinárias da Petrobras de “neutro” para “venda”. Segundo o banco, o rebaixamento ocorreu em razão das incertezas em torno da planejada grande oferta de ações da Petrobras, prevista para setembro, que incluirá provavelmente um preço mais elevado do que o esperado pelos direitos para exploração de petróleo do governo brasileiro, disse o UBS em nota.

O banco previu que a Petrobras deverá pagar aproximadamente US$ 8 o barril de petróleo pelos direitos de produzir até 5 bilhões de barris de petróleo das reservas do governo. Os investidores deverão ficar decepcionados, no entanto, “com qualquer valor maior que US$ 6 o barril”, disse o UBS.

O banco manteve o rating “neutro” dos papéis preferenciais da Petrobras. A meta de preço para as ações ordinárias e preferenciais, no entanto, foi rebaixada para R$ 33 por ação, de R$ 40 por ação. As informações são da Dow Jones. (Clarissa Mangueira)

- OGX anuncia presença de hidrocarbonetos no poço OGX-18 na Bacia de Campos -
Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2010 – A OGX Petróleo e Gás Participações S.A. (“OGX”) (Bovespa: OGXP3; OTC: OGXPY.PK), empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória  privada no Brasil, comunica ao mercado que foi identificada presença de hidrocarbonetos nas seções albiana e santoniana do poço 1-OGX-18-RJS, no bloco BM-C-40, águas rasas da Bacia de Campos. A OGX detém 100% de participação no bloco.

“O poço OGX-18 está localizado a 2 quilômetros de distância do poço OGX-14, prospecto Peró, e a descoberta na seção albiana está 56 metros estruturalmente acima do OGX-14, o que sinaliza para uma coluna potencialmente superior à já encontrada neste bloco. Esse resultado reforça a atratividade desta região mais ao norte da bacia de Campos, que pode representar uma nova província de grande importância para a nossa Companhia”, comentou Paulo Mendonça, Diretor Geral da OGX.

Até o momento, foi identificada uma coluna de hidrocarbonetos de aproximadamente 12 metros em reservatórios carbonáticos da seção albiana do poço OGX-18, prospecto denominado Ingá. Estamos ainda em zona de hidrocarbonetos e a perfuração desta seção, que foi interrompida para testemunhagem, continuará a fim de se determinar a coluna total e o net pay.

Adicionalmente, foram identificadas areias de altas porosidades com hidrocarbonetos na seção santoniana deste mesmo poço. A perfuração do poço OGX-18 seguirá até a profundidade total estimada de aproximadamente 2.800 metros.

O poço OGX-18, localizado no bloco BM-C-40, situa-se a aproximadamente 95 km da costa do estado do Rio de Janeiro, onde a lâmina d’água é de aproximadamente 105 metros. A sonda Ocean Lexington iniciou as atividades de perfuração no dia 29 de julho de 2010.

Notícias e o Mercado II – O mau humor!

11 ago

Mercados Hoje­­

Com os investidores digerindo as informações da reunião do FOMC da véspera, dados divulgados ontem à noite na China dão o tom aos negócios. Foram conhecidos indicadores de produção industrial, CPI, PPI e vendas no varejo no gigante asiático, indicadores estes demonstrando ainda uma certa desaceleração na economia do país. Seguem os dados:

CPI: subiu 3,3% em julho; previsão: 3,4%. O indicador foi afetado pela elevação nos preços dos alimentos, em meio às enchentes no país.

PPI: subiu 4,8% em julho; previsão: 5,4%

Produção industrial: cresceu 13,4% em julho; previsão: 13,2%.

Vendas no varejo: alta de 17,9% em julho; previsão: 18,4%

Sentimento de aversão a risco nos mercados, principalmente após a frase do Fomc de que “o ritmo da recuperação deve ser mais modesto no curto prazo do que havia sido antecipado”

Brasil

        LLX - A companhia encerrou o trimestre com prejuízo de R$ 5,393 milhões, contra um lucro líquido de R$ 50,788 milhões no mesmo período do ano passado, porém acima das projeções dos analistas que previam um prejuízo de R$ 28 milhões. A receita líquida R$ 5,453 milhões, crescimento de 50,5% na comparação anual, bem acima dos R$ 2,955 milhões esperados pelo mercado. O resultado financeiro foi o destaque negativo com uma receita de R$ 13,857 milhões, 83% inferior à de R$ 82,981 milhões no segundo trimestre de 2009. O relatório de desempenho da companhia no segundo trimestre de 2010 não informa o dado de EBITDA.

        CSN - A companhia divulgou ontem (10) seus números do segundo trimestre de 2010. Em termos gerais a CSN apresentou um forte resultado, que foi impulsionado por ganhos de eficiência financeira, altas sobre o preço do minério de ferro e maior volume de vendas de aço siderúrgico. A receita liquida alcançou a marca de R$ 3,87 bilhões, um crescimento de 55% na comparação anual e de 22% na comparação trimestral, mas abaixo dos R$ 3,91 bilhões esperados pelo mercado. A empresa explicou que o grande crescimento da receita veio do segmento de mineração, que avançou 86% frente ao primeiro trimestre do ano. O EBITDA ficou em R$ 1,8 bilhões, crescimento de 147% na comparação anual, levemente acima dos R$ 1,78 bilhões esperados pelo mercado. A margem EBITDA foi destaque com um crescimento de 5,4 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior, alcançando os 46,4% que é a maior margem EBITDA apresentada pela empresa nos últimos sete meses. O lucro líquido ficou em R$ 894 milhões, crescimento de 167% na comparação anual, bem acima dos R$ 830 milhões esperados pelo mercado. Os destaques ficam para; crescimento de 20% na comparação anual nas vendas de minério de ferro, alcançando a marca de 11,9 milhões de toneladas (93% deste volume foi exportado); crescimento de 31% na produção de laminados em relação a 2009; lucro líquido alcançou R$ 1,4 bilhões no semestre, 95,5% de crescimento em relação ao ano passado; EBITDA no semestre também apresentando um vigoroso crescimento de 120% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo a marca de R$ 3,1 bilhões.

        Petrobras - Junto com o balanço que a empresa divulgará na sexta-feira deverá vir a informação que mostra que a estatal investiu R$ 34,8 bilhões de janeiro a junho, de um total de R$ 37,9 bilhões do conjunto das empresas federais. Isso representa um crescimento de 30% sobre os desembolsos da Petrobrás no mesmo período de 2009 e é mais do que a empresa investiu em 2007. O dispêndio aprovado para esse ano é de R$ 88,5 bilhões, o que mostra que a empresa precisará acelerar ainda mais os gastos para o segundo semestre. O único problema é o seu alto índice de endividamento está perto do limite considerado confortável e que esse plano de investimento supera em muito a geração de caixa da companhia.

        MMX - A mineradora deve apresentar um balanço no vermelho e um resultado operacional negativo no segundo trimestre do ano, com o impacto de uma perda de R$ 65 milhões em decorrência da suspensão de um contrato de afretamento de minério de ferro de Corumbá (MS). A boa noticia deve vir por conta do aumento de 400% na receita com venda de minério de ferro, favorecida pela a alta do preço do produto. No geral, porém, a performance da mineradora pode desapontar um pouco. O principal motivo foi o encerramento do contrato antecipado que a empresa fechou em 2008 com Kristen Marine que rendeu essa multa de R$ 65 milhões à MMX. De acordo com o mercado o rompimento desse contrato se deu porque a mineradora não tinha volume de minério suficiente para entregar.

        Braskem - A empresa fechou contrato com pelo menos dez usinas de etanol para a compra de álcool químico. O produto será utilizado para a produção de resina verde na fábrica em Triunfo. A empresa consumirá cerca de R$ 700 milhões de litros anuais de etanol, o que a tornará a maior consumidora global desse produto para uso químico. Além da ETH Bionergia, empresa sucroalcooleira da Odebrecht, conglomerado que também controla a Braskem, e Cosan, outras oito usinas fazem parte do seleto grupo de fornecedores, eles são Bunge, Copersucar, AdecoAgro, CPA Trading, Noble, Açúcar Guarani e Mandu. A empresa não detalhou o valor do contrato nem o volume fechado com cada usina. Porém estimativas ficam em torno de R$ 700 milhões ano. O Consumo de resinas termoplásticas deverá crescer 10% este ano, atingindo 4,7 milhões de toneladas.

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